Na
tela onde aos poucos nos vamos dando forma, partilhamos os sentidos, os silêncios,
as vontades e os enigmas. O dia vai nascer de novo sem nunca saber para onde
vamos, porque de onde quer que venhamos, é dentro do desenho que chegamos a
tempo ou fora de tempo.
"nenhum outro ruído é tão inquietante como aquele que sobra das palavras que se não dizem." Júlio Montenegro