Avareza, um dos pecados mortais, também um dos mais comuns nos dias de hoje, estar agarrado a algo ou ser mesquinho, nem sempre é sinónimo de depreciação, ser somítico ou avarento ao próximo e à tentativa de conseguir vê-lo sorrir através das nossas acções é um acto nobre, mas o senso comum diz-nos que um avarento é sovina, agarrado aos bens materiais, ao dinheiro, então, e como todos, sem excepção, pelo menos um dia das nossas vidas provou deste pecado, lembremo-nos do sentimento que isso provocou em nós, aqueles que se arrependeram, que mostraram que esse não era o seu legado, o seu lema, conscientes do que somos e do que temos, transportemos a nossa avareza para o desejo mais nobre do nosso coração, seja ele qual for.
Prometo continuar a guardar este lugar que se destina a ti, desgovernado e permissivo vai o querer, tenho saudade do que me traz por cá, por entre muros, fronteiras e descobertas vou comprando cada letra que falta do alfabeto, anos, foram precisos anos para esconder-te, e só por isso existes e estás dentro de mim, serei o que de mim fizeres porque por entre anjos e demónios sinto-te e continuarei a sentir-te, ainda que caiam os céus, por ti tudo e por ti também, e é, simplesmente, mágico, sentir e ter-te novamente.
Comentários
Enviar um comentário