Se deixarmos de ser críticos aos nossos princípios, aos nossos valores, então deixamos que o mal prevaleça sobre o bem, que a arrogância prevaleça sobre a humildade e que a mentira prevaleça sobre a verdade, mesmo sabendo que as nossas palavras nada valem para as ditas "consciências poderosas", não podemos deixar de ser decisivos, de ser dignos da nossa dignidade.
Na verdade, o verdadeiro medo está presente em cada gesto egoísta, em cada afronta, em cada pensamento individual, em cada mentira...o verdadeiro medo é consumido, é vivido e bem tratado por nós... "O homem justo não é o que não comete nenhuma injustiça, mas aquele que, podendo ser injusto, não o quer ser." (Mandro)
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