Por vezes, a vida reserva-nos um sentimento de impunidade, de injustiça, faz-nos pensar de que nada vale ser profissional, sério, honesto, digno, por vezes o desespero leva-nos a pensar na desistência daquilo que somos, na mentira que vivemos, na desigualdade que assistimos, é nestas alturas que devemos olhar o mundo e agradecer o simples facto de aqui estar, manter a nossa identidade e sermos fortes nas nossas convicções, mas eu sei, eu sinto, é muito revoltante.
Na verdade, o verdadeiro medo está presente em cada gesto egoísta, em cada afronta, em cada pensamento individual, em cada mentira...o verdadeiro medo é consumido, é vivido e bem tratado por nós... "O homem justo não é o que não comete nenhuma injustiça, mas aquele que, podendo ser injusto, não o quer ser." (Mandro)
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