Tu e o mar, duas personagens deste livro que vou escrevendo, duas presenças indiscutíveis na procura da verdade, da essência, uma transmite a serenidade necessária ao meu comportamento e outra seduz e completa o saber da minha pessoa, só assim posso descobrir quem sou, o que faço aqui, só assim posso contemplar o que me rodeia, só assim posso sentir a tua alma ao mesmo tempo que sinto a tua respiração e o teu corpo, serei, para sempre, grato pela tua força, pela linha do teu horizonte, pela fonte da tua vida, pela verdade do teu olhar...
Na verdade, o verdadeiro medo está presente em cada gesto egoísta, em cada afronta, em cada pensamento individual, em cada mentira...o verdadeiro medo é consumido, é vivido e bem tratado por nós... "O homem justo não é o que não comete nenhuma injustiça, mas aquele que, podendo ser injusto, não o quer ser." (Mandro)
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