Ousamos ser aquilo que não conseguimos ser, ousamos ter aquilo que não conseguimos ter, no entanto não pensamos na pessoa que somos e naquilo que temos, não pensamos na importância que temos para outros, não pensamos que outros desejavam ter uma pequena parte daquilo que temos, por muito pouco que seja, então podemos concluir que, procuramos nos outros o desígnio da nossa própria vida.
Na verdade, o verdadeiro medo está presente em cada gesto egoísta, em cada afronta, em cada pensamento individual, em cada mentira...o verdadeiro medo é consumido, é vivido e bem tratado por nós... "O homem justo não é o que não comete nenhuma injustiça, mas aquele que, podendo ser injusto, não o quer ser." (Mandro)
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