Por isso, no final de cada dia, recolho ao silêncio, e nos
braços da quietude, retempero o que sou e o que exprimi, entrego-me a mim
mesmo, em rodopios inventados que vou compondo numa memória de incertezas. A
vida, em si própria, é muito mais do que aquilo que é capaz.
Na verdade, o verdadeiro medo está presente em cada gesto egoísta, em cada afronta, em cada pensamento individual, em cada mentira...o verdadeiro medo é consumido, é vivido e bem tratado por nós... "O homem justo não é o que não comete nenhuma injustiça, mas aquele que, podendo ser injusto, não o quer ser." (Mandro)
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