São
as palavras que fazem o que querem de mim, são reconfortantes, amorosas e brutais,
são as palavras autênticas e discretas que nos fazem sorrir e sonhar, são recreativas,
muitas surrealistas com ar satisfatório, empolgantes e extremas, são únicas,
arrasadoras e estonteantes, conseguem ser provocadoras e controláveis ao mesmo
tempo, inconsequentes e inesgotáveis, são novas e intrigantes no seu propósito,
instáveis e com sentido ideal, muitas angelicais e gostosas, majestosas e
complexas, conseguem ser doces, incontornáveis e calorosas, encantadoras, são
presente no intemporal e inigualáveis na importância, são marcantes e efémeras,
lindas e inesquecíveis, são fantásticas e esmagadoras, um aconchego delicioso,
sensuais e confiantes, são sempre eternas e secretas, pensativas com ar
inspirador e de devastadora emoção, são marcantes para todo o sempre, felizes,
saborosas e imparáveis, são mesmo assim, são as palavras que nunca acabam, que
nunca deixamos acabar, são o retrato do pensamento, a voz do coração e a magia
do encanto, não sei que lhes diga, faltam-me as palavras e fazem-me falta as
palavras, aquelas, essas mesmo, as que penso e não digo e as que digo sem
pensar, todas sem excepção, as que conheço e as que um dia vou conhecer, porque
as palavras são somente isso, palavras.
"Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um chama-se ontem e o outro chama-se amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver." - Dalai Lama
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