Não
é muito relevante pensar se é o corpo o caminho mais fácil das mãos quando na procura
do coração questionamos os sentidos. Não é muito perturbante saber se a paixão
é o acessório do olhar ou se é na dor que intentamos o prazer. Não é muito
inquietante saber de nós se o que sabemos de nós partir da sabedoria dos
outros. O nosso caminho tem sempre escolha, é essa escolha que define o conceito
de felicidade, nada é mais simples de tão enigmático.
Na verdade, o verdadeiro medo está presente em cada gesto egoísta, em cada afronta, em cada pensamento individual, em cada mentira...o verdadeiro medo é consumido, é vivido e bem tratado por nós... "O homem justo não é o que não comete nenhuma injustiça, mas aquele que, podendo ser injusto, não o quer ser." (Mandro)
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