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Quatro mãos

Existe este texto a quatro mãos que ama sem cura e sofre sem remédio, existe a confissão calada, a beleza do sentir e a serenidade do querer. Sou confrontado com a fé e com um saber que está condenado nos esquissos da inocência, desenho com lápis por afiar, melhor, por aguçar, um traço sem limite e com limites a acompanhar. São mãos já consumidas, vividas, sujas de palavras que as foram moldando, mãos enrugadas de infinita misericórdia, mãos que tocam e expiam o resto do tempo, mãos que acenam e que encomendam a felicidade, mãos que mostram o caminho e pelo caminho vão sentindo as feridas do desenho, são mãos que apertam o desejo de amar e que por amor se conseguem largar, são quatro, as mãos...  
 

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Na verdade, o verdadeiro medo está presente em cada gesto egoísta, em cada afronta, em cada pensamento individual, em cada mentira...o verdadeiro medo é consumido, é vivido e bem tratado por nós... "O homem justo não é o que não comete nenhuma injustiça, mas aquele que, podendo ser injusto, não o quer ser." (Mandro)

Missão

Nos momentos mais íntimos do nosso pensamento, percebemos que a verdadeira razão da nossa existência é a verdade do silêncio das nossas acções. "A nossa missão não é julgar o que é justo ou injusto: é apenas ajudar." (Teresa de Calcutá)

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"Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um chama-se ontem e o outro chama-se amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver." - Dalai Lama