Do preâmbulo se faz a inquietação de uma beleza que se transforma em metáfora dos meus pensamentos, durante a lua cheia e perante uma presunção inquietante sou chamado a um sofisma que interpreta a arte numa delicada intimidade com a alma, sou chamado ao silêncio do meu incessante grito, sou chamado a uma pintura sem tela, onde a escrita e o pincel se cruzam na iniciação de uma matemática sem razão, onde o acordo obriga a uma urgência de afectos, de desenhos nunca desenhados, de testamentos nunca testemunhados, de exorcismos meditados, de ilhas por descobrir. Acerca de anjos, acerca do corpo, acerca do meu eu, acerca da origem, do tempo no desenho, do doce oculto em redor da babilónia, redonda que é a vida, fica a visão da dor, do ego e do desenlace. Relevo saber o caminho mais fácil, nada é mais simples de tão enigmático.
"Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um chama-se ontem e o outro chama-se amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver." - Dalai Lama
Fiquei curiosa desde que me disseste que tinhas um blog. Boooolas! Tu sim, tens jeito para a escrita. Não te falta a fluidez, a imaginação, o vocabulário... eu apenas faço rascunhos lol
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